me revolto envolto
em papel
em branco
em mar ciano
~verde azul~
que descrevo
aqui deste banco
me curvo ao insulto
de copiar
sem escrúpulos
o que me tirou o ar
as palmas
das folhas
dos verdes
as vertigens
me descubro
cercado entre barcos
onde todos balançam,
porém muito menos
que os seus braços
em um mar ciano
~verde azul~
que descrevo, envolto
papel em branco,
daqui deste banco
me encanto observar
os pássaros em bando
subindo assobiando
mentindo que são livres
são santos
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