suje essas mãos e venha me pregar
na camiseta a tinta dos teus olhos
os fios dos teus cabelos, me fazendo cair
com a chuva, certeira como uma luva, meu bem
um som como pétalas de flor
na palma da tua mão me tirando como um trovão
borrando todo o céu de medo, raio e cor
caia por cima de mim, cara chuva
de curar charas e laras,
e saras meu amor.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
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4 comentários:
tudo que se fez em mim, e que entrou e que saiu, e se tornou a fazer enquanto eu lia esse teu poema pertence a você. o sol pertence ao céu, como as pétalas dessa mão pertencem ao corpo de alguma flor ; como as folhas dos teus cabelos pertecem a raiz dos meus pés plantados neste chão lendo as tuas tintas; assim como a chuva pertence aos olhos, e o suco à laranja, tudo extraído agora de mim que você não vê é teu. E somos todos livros e livres.
Nossa... Quanta poesia... Adrei o pomei AAAalEEEXXXX, e adorei o comentário tbm!! Lindo lindo!!
kkkkkkkkkkkkkkkk
*Adorei e *Poema!!
é tão sutil, tão belo.. Nossa... esse comentário é lindOo!!
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